Estes consulentes preferem Zé Pelintra. Por quê?

clientes de zé pelintra
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É óbvio que os consulentes de Zé Pelintra pertencem as mais diversas classes sociais, com os mais diversos tipos de problemas. Ele não exclui ninguém da sua atenção, nem deixa ninguém de lado.

Quem são os consulentes mais ávidos pela atenção de Zé Pelintra?

Na maioria absoluta são pessoas com problemas na Justiça, com causas impossíveis, precisando de dinheiro, solução de problemas impossíveis. Geralmente são os que precisam de alguma “malandragem” nos processo de solução.

O que é esta tal malandragem?

Já explicamos que malandragem não é vagabundagem, apesar do senso comum colocá-los no mesmo patamar, a malandragem significa a esperteza necessária à sobrevivência num tempo em que as classes sociais menos favorecidas não tinha a atenção dos Direitos Humanos, mesmo por que tais Direitos são relativamente recentes na História. Até mesmos os direitos legais só eram válidos aos socialmente excluídos quando para eles chegavam na forma de cobranças e deveres.

Consulentes ricos

São empresários, comerciantes, funcionários públicos, ricos de nascença, porém todos com problemas que para eles são insolúveis, com desfechos desastrosos ao patrimônio, à sobrevivência.

Muitas vezes os negócios não vão bem, com vendas e serviços em decadência por algum motivo não identificado. É nesta fase que a busca de ajuda espiritual se faz necessária.

Consulentes pobres

Claro que os problemas financeiros são os mais presentes, nos pedidos de ajuda para abrir caminhos, receber dinheiro de patrões que não os pagam, doenças na busca de curas ou de abertura de caminhos para consultas, exames e cirurgias esquecidas pelo sistema de saúde.

Geralmente os pobres não tem patrimônios, não dispõe de outras formas de solucionar seus problemas, contam com o apadrinhamento de Zé pelintra.

Marginalizados na sociedade

Classe social que vive à margem da sociedade comum, compostos de prostitutas, bandidos, policiais (envolvido com pequenos crimes, milícias e, com problemas judiciais), deficientes físicos, mães solteiras (sim, ainda sofrem preconceitos das famílias), desempregados, alcoólatras e, viciados em jogos ou drogas.

Para Zé Pelintra não há nenhuma diferenciação, são tratados com respeito, tratados espiritualmente, e encaminhados.

De onde vem a malandragem de Zé Pelintra para resolver tudo isso?

Além da “outorga espiritual” da egrégora Zé Pelintra, a malandragem necessária para a solução de problemas numa época, tem-se o ambiente do cassino, das jogatinas, do toma-lá, dá cá.

cassino
Mesa de roleta num cassino

É neste ambiente onde Zé Pelintra passou a ganhar sua sobrevivência é compostos de jogadores de várias classes sociais, profissões, cargos no governo etc.

Se é uma coisa que Zé Pelintra aprendeu foi conversar com juízes, prostitutas, militares, empresários, políticos e garçons. Por que foi nesse espaço e, em vida, que ele aprendeu a achar empregos, fazer justiça pedindo para juízes, promovendo a liberação de prisioneiros injustiçados, conseguir algum dinheiro aos carentes.

Como guia espiritual carrega essa habilidade. Habilidade de conversar, convencer e influenciar o que é justo, de negociar dívidas, encontrar uma solução entre as relações verticais.

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